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A Splunk realizou um estudo global sobre dark data, AI (Artificial Intelligence — em português, Inteligência Artificial) e a importância que estes têm para as empresas, baseando-se na opinião de mais de mil profissionais de TI e gestores de negócio.

Uma das principais conclusões mostra que há uma diferença significativa entre a expectativa e a realidade no que toca à AI e ao dark data. Mas, por agora, deixemos as principais conclusões do estudo para um futuro artigo homeostase e comecemos pela questão na origem do estudo:

O que é dark data?

Pode parecer uma definição um tanto “obscura”, mas dark data não é mais do que dados desconhecidos e/ou por explorar (e, consequentemente, por aproveitar) dentro de uma organização. Estes dados são gerados constantemente por qualquer sistema, dispositivo ou interação.

76% dos participantes neste estudo assume que “a organização que tem mais dados é a que vai ganhar.”

Gartner® diz-nos que, de forma semelhante à matéria negra em física, o dark data engloba a maioria dos ativos de informação de uma empresa ou organização. Estamos a falar da maioria dos dados! Desconhecidos. Inutilizados. Muitas vezes, dados armazenados apenas por uma questão formal ou para estar em conformidade com as políticas, o que traz mais custos do que valor acrescentado.

Quanto mais dados temos, mais podemos explorar e aprender sobre as operações

das nossas empresas, mais exata será a nossa análise e mais eficiente será a nossa ação.

Guardar dados e não usá-los tem um custo monetário real. O armazenamento de dados não é, atualmente, tão caro como já chegou a ser, mas continua a não ser gratuito. Portanto, 1+1=2. Se tem dados que armazena e não usa, está a desperdiçar oportunidades e dinheiro, literalmente.

Já se questionou, certamente: se o dark data tem tanto valor e os gestores o sabem, por que razão é que as empresas não o aproveitam? A resposta dada por este estudo é simples: porque não têm as ferramentas certas.

O dark data pode ser usado para desbloquear muito valor comercial.

Ignorar os dados pode significar perder dinheiro.

Pense nos sistemas “zombie” que são as salas de servidores da maioria das empresas: soluções de monitorização coladas a fita-cola que se mantêm em funcionamento com o suor, orações e palavrões dos profissionais de TI. Uma perspetiva primitiva e sufocante, mas muito real.

Concluindo…

As empresas que se recusem a atualizar as suas soluções de TI nunca vão deixar de estar em constante esforço e de alocar na totalidade os seus recursos à manutenção básica dos dados. Por conseguinte, nunca vão ter uma base estruturada para dar o salto e tirar vantagens do dark data. Vão perder a corrida ainda antes de chegar à linha de partida.

Tim Tully, Splunk CTO (Chief Technology Officer), partilha no vídeo abaixo a ideia de que desconsiderar o dark data é perder oportunidades.

Referência aqui.

Artigo homeostase com a parte 2/2 do estudo Splunk aqui.

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