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Esta é a história de quem incentivou o filho a experimentar programação informática. A história de quem achou que o filho ia gostar de código. A história de quem pensou que a programação informática seria do interesse do filho, e não das filhas.

Matt Davies é VP, AMER e EMEA Marketing da Splunk e trabalha com uma equipa de homens e mulheres talentosos. Tem 1 filho e 2 filhas e, um dia, deu por si a incentivar o filho, e não as filhas, a descobrir o gosto pelo código. Felizmente, apercebeu-se atempadamente deste inconsciente preconceito… com uma pequena ajuda de uma das filhas.

Esta não é uma história sobre preconceito.

Esta é a história da Anna, uma filha que ajudou o pai a ver o mundo de outra forma. Tracy Edkins, CHRO da Splunk, já tinha referido na Splunk .conf2017 como as mudanças de consciência iriam quebrar preconceitos. Tudo o que a Anna fez foi dar ao pai uma nova perspetiva.

O jogo da Anna

Neste link, encontram o jogo da Anna. Foi desenvolvido por ela (com a ajuda do pai), no âmbito de um projeto escolar. A Anna podia ter escolhido qualquer projeto e escolheu programar — não é incrível?

Sim, é um jogo com arco-íris e unicórnios mas, como a própria Anna afirma, “é destinado a meninas entre os 7 e os 11 anos de idade, e a maioria das meninas que conheço gosta de unicórnios e arco-íris”.

“A linguagem de computador é como o inglês ou o francês.

Não tem tantas palavras mas tem símbolos como, por exemplo, < > {} [].” — Anna

Preferências à parte, é de valorizar que uma criança de 9 anos tenha tido a iniciativa de desenvolver um jogo para computador. Por se tratar de uma menina, e não de um menino, só prova que a programação informática está ao alcance de todos.

A nova perspetiva do Matt

Este jogo foi só um pequeno passo, mas de pequenos passos são feitas grandes mudanças. Pai e filha até já falavam em aprender Python (uma linguagem de programação informática mais complexa) juntos.

“Não sei se estou pronto para que a minha filha de 9 anos seja melhor em código do que eu alguma vez fui,

e que saiba uma linguagem que eu nunca aprendi.” — Matt

Na escola, quando lhe perguntam o que quer ser quando for grande, Anna responde “computer scientist” (cientista de computação). E, além de surpreender o pai, este gosto pela programação informática ainda inspirou o irmão que também quis desenvolver um jogo seu.

Se também têm em casa filhos, ou filhas, curiosos com a programação informática, o Matt sugere o Scratch como plataforma exploratória. Não hesitem em incentivar os mais pequenos a desenvolver os seus interesses e não deixem que os preconceitos ganhem o dia.

Fonte aqui.

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