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A observabilidade (observability) é um assunto que está na ordem do dia. Sabemos que os problemas podem acontecer; a falha é inevitável. Mas, se já nos era possível localizar a falha, ter agora algo que nos permite identificar a razão da falha, é uma grande evolução.

Responder a todo o tipo de questões

Perguntas como “o que aconteceu na nossa aplicação quando a contagem de erros subiu?”, já tinham resposta através da monitorização. Até aqui, nada de novo. 

Mas, o que a observabilidade nos trouxe de refrescante vai muito além disto. Por exemplo, permite responder ao “porque é que aconteceu a subida contagem de erros?”. Saber o que está errado, ao mesmo tempo que se tem um bom palpite sobre o que o causou. Além disso, é ter também um bom ponto de partida para investigar o impacto do erro no negócio.

A observabilidade poderá dizer-nos como (ou se!) os erros tiveram impacto na experiência do utilizador.

Se estivermos familiarizados com certa aplicação e todas as suas dependências, talvez seja possível obter informações detalhadas monitorizando o sistema. Mas, uma vez que as aplicações estão cada vez mais complexas, a capacidade de manter tudo na cabeça, sem ajuda, torna-se cada vez mais difícil.

Assim, o sistema de observabilidade deixa de ser algo inacessível a algumas pessoas. É possível olhar para dados de forma mais clara. Passa a ser algo possível de ser usado por uma empresa inteira. Dados como RUM (real user monitoring), volume de compras, campanhas de marketing, ou tickets de apoio aos clientes, etc.

Toda a empresa pode tirar daqui benefícios.

Algumas questões a que a observabilidade permite responder: “quão eficaz foi este anúncio?”, “terá este novo design influenciado no aumento de compras?” ou “será que esta falha no serviço deixou os utilizadores irritados?”.

Estar um passo à frente da monitorização

Monitorizar é um excelente princípio, porém, tem as suas limitações. Algo tem de ser identificado primeiro para ser medido mais tarde. Muitas vezes decidimos até medir algo em determinado momento e não é possível, por faltar historial de dados para base de análise. Monitorizar exige especial atenção antes mesmo de algo correr mal. Contudo, isto leva tempo e está sujeito a erros.

E mais! Os dados do utilizador real quase nunca são incluídos nos sistemas de monitorização. Não faz sentido! O principal objetivo do que fazemos em aplicativos da web é fornecer experiência ao utilizador! 

Metrics, traces e logs: os “três pilares” da observabilidade.

São pilares necessários mas insuficientes para compreender realmente o que é a observabilidade. Por outras palavras:

  • as métricas (metrics) podem ser utilizadas para dizer o que está errado;
  • as evidências (traces) dizem como está errado;
  • os registos (logs) dizem o porquê.

Assim, colecionar estes dados é apenas um princípio. Acima de tudo, trata-se de uma escolha sobre quais os dados que devemos recolher. E estes podem ser úteis para responder a qualquer questão sobre um negócio.

A observabilidade não é uma prática, é uma mentalidade

Métricas de experiência do utilizador real, campanhas de marketing ou mudanças sazonais de tráfego… Existem milhares de dados que, quando recolhidos, ajudam a responder a questões para além das aplicações que o negócio gere.

A observabilidade é sobre perceber a necessidade de recolher todos os dados.

Por fim, importa referir que para aproveitar ao máximo a observabilidade, é necessário uma arquitetura construída de propósito para o streaming, que consiga escalar. E que permita também receber constante feedback sobre como as mudanças impactam os utilizadores e o negócio. É possível experimentar e comprovar tudo isto na Splunk Observability Cloud. 

Posto isto, ainda tem dúvidas sobre a observabilidade? A equipa homeostase, está disponível para esclarecê-las.

Fonte aqui.

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