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A cibersegurança, ou segurança digital, é um tema muito presente no nosso dia a dia. O número de ataques cibernéticos continua a aumentar a um ritmo acelerado, e as empresas têm a consciência de que são potenciais alvos.

De facto, o papel da cibersegurança é imprescindível. Contudo, ainda existem desafios a enfrentar e falhas na sua missão que têm que ser ultrapassadas. Falemos disto no blog homeostase.

Abordagem conformista

A abordagem de algumas organizações de cibersegurança é ainda conformista em relação aos riscos atuais de violação cibernética. Ou seja, com o compromisso de estabelecer uma missão, as organizações quantificam os seus benefícios através de certificações e rastreamento de métricas operacionais. 

Contudo, isso falha em demonstrar o potencial impacto para as empresas. Além disso, parece ainda, transferir a responsabilidade para terceiros ou, para o proprietário da empresa. Neste sentido, a sua contribuição é desvalorizada para a forma como as empresas veem os seus serviços de cibersegurança.

Parte da dificuldade é saber a probabilidade e a intensidade de uma violação antes que ela aconteça.

Na verdade, as empresas sabem que não existem garantias sobre o que pode acontecer. Mas querem, com o seu investimento, reduzir os riscos na mesma medida.

“Qual é a probabilidade de termos uma invasão e, se formos invadidos, qual é o potencial impacto para o nosso negócio?”

Estas são as principais questões das empresas. Acima de tudo, demonstram a necessidade de tomar decisões informadas e baseadas em risco, sobre qual a melhor postura de cibersegurança da organização. Ainda mais, tendo em conta a sua estratégia de negócios.

Desta forma, o foco das empresas de cibersegurança passa por reduzir os custos dos seus serviços relativamente ao que acreditam ser as respostas a essas questões.

Definir, estabelecer e gerenciar a postura de cibersegurança de uma organização

Em suma, o desafio para as equipas de segurança está em definir, estabelecer e gerenciar as suas habilidades. Por forma, a reduzir a probabilidade e o impacto (seja ele financeiro, operacional ou valor de uma marca) de uma violação em função da exposição.

Como resultado, conclui-se três passos fundamentais

1. Evoluir para além de programas conformistas e métricas de serviço de operações de segurança;

2. Serem relevantes aos esforços das empresas parceiras para chegar aos seus resultados e objetivos;

3. Fornecer uma postura de segurança que gere a probabilidade e o impacto potencial de uma violação à empresa, alinhado com as metas e objetivos estratégicos da organização e dos seus negócios.

Na verdade, este é um tema complexo mas merecedor do seu tempo. Para saber mais ou esclarecer dúvidas sobre cibersegurança, não hesite em contactar a equipa homeostase.

Fonte aqui.

 

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